Insônia na menopausa: por que acontece e como tratar
Acordar várias vezes à noite, demorar para pegar no sono ou despertar de madrugada sem conseguir voltar a dormir: a insônia afeta grande parte das mulheres na transição menopausal e tem impacto direto no humor, na memória, no peso e na qualidade de vida.
Por que a menopausa atrapalha o sono?
Ondas de calor e suor noturno, que interrompem o sono
Queda do estrogênio e da progesterona, hormônios que influenciam a regulação do sono
Ansiedade e alterações de humor, comuns nessa fase
Apneia do sono, que se torna mais frequente após a menopausa
Vontade de urinar à noite
Dores articulares
Veja também ondas de calor na menopausa.
Consequências do sono ruim
Cansaço e dificuldade de concentração
Irritabilidade e maior risco de depressão
Aumento da fome e ganho de peso
Piora do controle da glicose e da pressão
Tratamento
Tratar a causa
Quando as ondas de calor são o principal motivo, a reposição hormonal costuma melhorar muito o sono. Se houver ronco ou pausas respiratórias, é importante investigar apneia.
Terapia cognitivo-comportamental para insônia
É considerada o tratamento de primeira linha para insônia crônica, com resultados duradouros e sem efeitos colaterais.
Higiene do sono
Horários regulares para dormir e acordar
Quarto fresco, escuro e silencioso
Evitar cafeína à tarde e álcool à noite
Reduzir telas antes de dormir
Atividade física regular
Medicamentos
Podem ser usados em situações específicas e por tempo limitado, sempre com orientação médica. O uso prolongado de alguns remédios para dormir traz riscos, como dependência e quedas.
Perguntas frequentes
Melatonina ajuda?
Pode ajudar em algumas pessoas, especialmente em alterações do ritmo do sono, mas o efeito na insônia da menopausa costuma ser modesto.
A insônia passa depois da menopausa?
Em muitas mulheres melhora com o tempo, mas quando se torna crônica, precisa de tratamento.
Agende sua consulta com a Dra. Claudia Huzita
Cada organismo é único, e o melhor tratamento é aquele pensado para a sua história, seus exames e seus objetivos.
A Dra. Claudia Huzita é endocrinologista formada pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e membro titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (CRM-SP 219458 | RQE 136524). Atende de forma particular na Vila Olímpia e nos Jardins, em São Paulo, e também por telemedicina, com consultas de 60 minutos.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação médica individual.




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