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Insônia na menopausa: por que acontece e como tratar

24 de jul.
2 min de leitura

Acordar várias vezes à noite, demorar para pegar no sono ou despertar de madrugada sem conseguir voltar a dormir: a insônia afeta grande parte das mulheres na transição menopausal e tem impacto direto no humor, na memória, no peso e na qualidade de vida.


Por que a menopausa atrapalha o sono?

  • Ondas de calor e suor noturno, que interrompem o sono

  • Queda do estrogênio e da progesterona, hormônios que influenciam a regulação do sono

  • Ansiedade e alterações de humor, comuns nessa fase

  • Apneia do sono, que se torna mais frequente após a menopausa

  • Vontade de urinar à noite

  • Dores articulares



Consequências do sono ruim

  • Cansaço e dificuldade de concentração

  • Irritabilidade e maior risco de depressão

  • Aumento da fome e ganho de peso

  • Piora do controle da glicose e da pressão


Tratamento

Tratar a causa

Quando as ondas de calor são o principal motivo, a reposição hormonal costuma melhorar muito o sono. Se houver ronco ou pausas respiratórias, é importante investigar apneia.


Terapia cognitivo-comportamental para insônia

É considerada o tratamento de primeira linha para insônia crônica, com resultados duradouros e sem efeitos colaterais.


Higiene do sono

  • Horários regulares para dormir e acordar

  • Quarto fresco, escuro e silencioso

  • Evitar cafeína à tarde e álcool à noite

  • Reduzir telas antes de dormir

  • Atividade física regular


Medicamentos

Podem ser usados em situações específicas e por tempo limitado, sempre com orientação médica. O uso prolongado de alguns remédios para dormir traz riscos, como dependência e quedas.


Perguntas frequentes

Melatonina ajuda?

Pode ajudar em algumas pessoas, especialmente em alterações do ritmo do sono, mas o efeito na insônia da menopausa costuma ser modesto.


A insônia passa depois da menopausa?

Em muitas mulheres melhora com o tempo, mas quando se torna crônica, precisa de tratamento.


Agende sua consulta com a Dra. Claudia Huzita

Cada organismo é único, e o melhor tratamento é aquele pensado para a sua história, seus exames e seus objetivos.


A Dra. Claudia Huzita é endocrinologista formada pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e membro titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (CRM-SP 219458 | RQE 136524). Atende de forma particular na Vila Olímpia e nos Jardins, em São Paulo, e também por telemedicina, com consultas de 60 minutos.



Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação médica individual.

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