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Platô no emagrecimento: por que o peso travou e o que fazer

18 de jul.
2 min de leitura

Você estava perdendo peso e, de repente, a balança parou. O platô no emagrecimento é extremamente comum e faz parte do processo. Entender por que acontece ajuda a não desistir.


Por que o peso trava?

  • Adaptação metabólica: com menos peso, o corpo gasta menos energia, tanto em repouso quanto em movimento

  • Aumento da fome: hormônios como a grelina sobem e os da saciedade caem, favorecendo pequenos excessos

  • Relaxamento das estratégias: com o tempo, as porções aumentam e a atividade diminui, muitas vezes sem perceber

  • Retenção de líquido: variações hormonais, sal e treinos intensos podem mascarar a perda de gordura

  • Ganho de massa muscular: em quem começou a treinar, a balança pode mudar pouco enquanto a composição corporal melhora



Está mesmo em platô?

Considere platô quando o peso fica estável por 3 a 4 semanas. Oscilações de um dia para o outro são normais. Medir a cintura e avaliar a composição corporal ajuda a ver o que a balança não mostra.


O que fazer

  1. Revise a alimentação com honestidade: registrar o que come por alguns dias costuma revelar ajustes simples.

  2. Priorize proteína: aumenta a saciedade e protege a massa muscular.

  3. Inclua ou intensifique a musculação.

  4. Aumente o movimento ao longo do dia, como caminhadas e escadas.

  5. Cuide do sono e do estresse.

  6. Reavalie o tratamento com seu médico: em alguns casos, ajustar ou iniciar medicação faz diferença.


Às vezes, o platô é o novo ponto de equilíbrio

Manter o peso perdido já é uma vitória, e muitas vezes é o objetivo mais importante. Evitar o efeito sanfona vale mais do que perder rápido.


Perguntas frequentes

Fazer um "dia do lixo" destrava o peso?

Não há evidência de que isso funcione. Costuma apenas atrasar o processo.


Cortar ainda mais as calorias resolve?

Restrições extremas aumentam a fome, a perda de músculo e o risco de reganho.


Agende sua consulta com a Dra. Claudia Huzita

Cada organismo é único, e o melhor tratamento é aquele pensado para a sua história, seus exames e seus objetivos.


A Dra. Claudia Huzita é endocrinologista formada pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e membro titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (CRM-SP 219458 | RQE 136524). Atende de forma particular na Vila Olímpia e nos Jardins, em São Paulo, e também por telemedicina, com consultas de 60 minutos.



Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação médica individual.

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